quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dica de Livro - Um Minuto Para Mim


Título:                UM MINUTO PARA MIM
Autor:                 Spencer Johnson
Tradutor:           Ruy Jungmann
Editora:              Record
Gênero:              Autoajuda

      Este é um livro célebre para se adquirir mais de um exemplar e dar de presente. Comprei o meu no sebo e, depois que o li, dei-o a uma amiga que estava precisando. Logo adquiri outro para reler e guardar na coleção pessoal. Por aí, já dá para se ter uma ideia de que é uma leitura a ser divulgada. É um livro breve, sucinto, mas que diz tudo. A partir de “um minuto” que reservamos para nós, podemos ir organizando toda a nossa vida da melhor forma possível. O princípio do livro é o de que devemos cuidar bem de nós mesmos primeiro para, assim, estarmos em totais condições para cuidar dos outros.
      Não é uma questão de egoísmo, mas de simples lógica e praticidade. Se você estiver bem, terá como fazer com que todos à sua volta se sintam bem. Imagine, se por outro lado, estivesse ressentido, frustrado, mal-humorado, infeliz, amargurado, como trataria os outros? Acabaria, por certo, transmitindo todo o seu desgosto e negativismo para os que estão à sua volta. Assim, deve cuidar de si mesmo em todos os aspectos: físico, mental e espiritual. Você será uma companhia agradável e útil para si mesmo e para os demais.
      Segundo o autor Spencer Johnson, nesta vida atribulada de hoje em dia, você deve reservar um minuto para si, quantas vezes quiser ao longo do dia, e, durante esse simples, mas importante minuto, agir em seu favor e, consequentemente, para o bem geral. Você se perguntará, em qualquer situação, se, naquele momento, existe uma maneira melhor de cuidar de mesmo. Por exemplo, se está com um problema físico que o incomoda, bastará um minuto para agir e marcar a consulta que acabará resolvendo o seu problema. Caso tenha se desentendido com alguém, bastará um minuto para pegar o telefone, ligar para a pessoa e dar o primeiro passo para uma reconciliação. Reserve um minuto para ponderar toda e qualquer atitude que acabará tomando e, mais adiante, um minuto para ter a iniciativa, e você será uma pessoa cada vez melhor.

     Gostei muito da leitura porque é um princípio simples, mas fundamental, do qual acabamos nos esquecendo no dia a dia. Pode ser colocado em prática de imediato e partilhado com todos, formando uma corrente positiva e construtiva.
Tire um minuto para você sentando-se debaixo de uma
 tranquila árvore e comece uma lista de todas as coisas
 que pode fazer para organizar melhor a sua vida.

domingo, 11 de maio de 2014

Mãe e Filho

     Num dia desses, o meu filho me disse, num daqueles acessos de impaciência infantojuvenil:
     _ Você é a única pessoa do mundo que é assim”. _ frisou.
     _ Assim como? _ perguntei surpresa.
    _ Assim... _ resmungou ele em tom de crítica. _ Alegre, feliz, saltitante, cheia desse entusiasmo todo... sei lá! _ Só faltou me chamar de “boba alegre”.
     Nem segurei o riso porque foi hilário mesmo. Mas pensei séria com os meus botões: “Que bom que estou conseguindo transmitir para o meu filho a imagem da pessoa feliz, despreocupada, jovial, otimista que me empenho para ser, apesar de todos os meus problemas, medos e preocupações...”
     Então, respondi no mesmo tom zombeteiro dele:
    _ Que bom que no meio de bilhões de pessoas, você tenha ao seu lado justamente a única pessoa do mundo que é assim!


                                     Feliz deve se sentir quem o tem.
                                      Inspiração melhor para a vida não há.
                                       Luz para trilhar até os caminhos mais difíceis.
                                        Habilidade para enternecer, alegrar não lhe falta.
                                         Orgulhe-se dele e diga-lhe sempre quanto.

Feliz Dia das Mães!


terça-feira, 6 de maio de 2014

Dias Atuais


Em outros tempos, você estaria lendo isto à luz de vela,
com um café numa  caneca de lata. E eu teria enormes
calos nos dedos, escrevendo com uma pena e tinteiro!
Agora, podemos curtir um blog com um tablet num
charmoso café, no aeroporto, na sala de espera de um
consultório, ou em qualquer lugar que desejarmos.
Ainda prefiro que o meu livro seja de papel, mas,
com certeza, tenho de reconhecer as
inúmeras maravilhas do progresso.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Feliz Dia Mundial do Livro!

    
       No dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro, através do Blog Letras de Tinta Azul, onde escrevo _ algo que tenho aperfeiçoado sempre através da leitura entre outras coisas _ parabenizo esse companheiro inestimável de lazer e de trabalho, o livro. Se há uma coisa prazerosa é aproveitarmos bem aquele tempo que podemos dedicar à leitura. Não podemos esquecer, porém, que milhões de pessoas no nosso país e no mundo não têm acesso nem a livros de papel, quanto mais a e-books. Jamais podemos considerar bibliotecas ou sebos como ultrapassados. Temos de divulgar projetos e iniciativas como as bibliotecas itinerantes, as promoções de livros das livrarias e as campanhas de doação de livros, doando livros sempre que pudermos. Feliz Dia Mundial do Livro!

Os livros nos conduzem por mundos
novos, misteriosos, fascinantes.
Distraem, ensinam, encantam. São
uma inestimável companhia. Gostar
de ler é uma dádiva, um privilégio,
sim, mas que está à disposição
e ao alcance de todos. tj*¬


terça-feira, 15 de abril de 2014

O Nome Dele...

     Adoro sair com ele. Estamos sempre juntinhos. Ele faz todas as minhas vontades. Me leva para passear. Tem toda a paciência do mundo para me esperar numa loja. Não reclama de todas as peças que resolvo provar. Não, nem pensa em ficar me apressando. Não me faz a clássica pergunta: Tantos sapatos para apenas dois pés? Me deixa ficar a tarde inteira numa livraria, como adoro, ou naquela incrível loja de “bijus” sem comentar que já tenho duzentos brincos. Nas promoções, então, parece até sorrir para mim de satisfação. Ele não critica as minhas indecisões na hora das escolhas. Não me deixa na mão na hora de presentear as pessoas queridas também.
     Ele me acompanha aos restaurantes e me deixa pedir comida para viagem também quando não estou a fim de cozinhar. Me ajuda a redecorar a casa, a encher a varanda de plantas, a ter um bichinho de estimação, ou vários de pelúcia, se eu quiser. Me dá flores, sim, e bombons, por que não? Não me diz que eu preciso de uma dieta. Ele me compra aquele remedinho quando baixa o resfriado. Me presenteia com uma sessão de “antes e depois” sempre que preciso. Não que ele note que eu preciso... Aliás, ele não julga.
     Ele é seguro, confiante, confiável, e eu o tenho porque me empenhei para conquistá-lo. E faço tudo o que é preciso para mantê-lo. Mas ele sabe que é meu, só meu, e não se importa em ser usado. Aliás, ele é tão generoso que o único cuidado que preciso ter é o de não abusar, de usá-lo com a devida moderação. Ele faz com que eu me sinta totalmente livre e independente. Uma mulher moderna do século 21. De fato, ele não nasceu, foi inventado.
    O nome dele?
    Cartão de Crédito.

domingo, 6 de abril de 2014

Conselhos


     Confesso que nem sempre consigo seguir os meus próprios conselhos. O que acontece é que há uma grande diferença entre a teoria e a prática. Costumam dizer que, se conselho fosse bom, a gente vendia, não dava. Não concordo. Sempre houve muitos profissionais vendendo conselhos _ em forma de livros de autoajuda, cursos e palestras sobre motivação pessoal (entre vários temas) e de inúmeras outras formas. Quer uma pessoa consiga ou deseje segui-los, ou não, os conselhos, em geral, são bem-intencionados, principalmente quando partem de quem gosta verdadeiramente de nós.    São experiências de vida que os outros querem transmitir, que sentem, inclusive, necessidade de partilhar conosco, a fim de enfrentarmos as situações com menos ansiedade e melhor preparo.
     O que temos de evitar ao máximo (algo que não é raro não conseguimos, por várias razões) são os julgamentos. Quando precisamos de apoio, nem que seja apenas de apoio moral, de um conselho amigo, e somos julgamos por nossos erros (intencionais ou não) nos sentimos péssimos, arrasados. Já diz o velho ditado “Não julgue para não ser julgado”.
     Existe uma absurda indiferença diante de tantas circunstâncias desesperadoras na vida de muita gente. O ser humano sofre e quase ninguém se importa realmente. Quando há alguém para nos ouvir o suficiente para nos aconselhar, temos de sentir gratidão. O que não devemos é confundir conselho com palpite. Há pessoas que se acham no direito de dar palpites na vida dos outros, de serem abelhudas mesmo, de tentarem impor sua opinião. Esses são os tipos de “conselhos” dispensáveis. Quando ouvimos conselhos, temos de refletir e avaliar quem realmente deseja o melhor para nós e, enfim, concluir se também achamos que isso é mesmo o melhor. Quando é o caso, os conselhos são úteis, dão alento, levam a soluções.
     Digo isso por que existem algumas pessoas que se ofendem com conselhos, que os rejeitam sem sequer parar para ouvi-los claramente. Existe, por outro lado, o oposto; ou seja, quando somos nós mesmos que pedimos conselhos a alguém. Daí é que temos de tomar outro cuidado. Temos de usar de toda a franqueza e nos perguntarmos se desejamos mesmo saber a opinião dos outros, ou que eles digam apenas o que queremos ouvir.
     Tenho o costume de pecar por excesso às vezes. Sempre com boa intenção, vivo aconselhando os outros a tudo que tenho a chance. Um dia desses, uma conhecida comentou que a irmã estava com tédio, meio deprimida, sem saber o que fazer. Dei uma relação completa na hora do que uma pessoa pode fazer para ocupar o tempo de uma maneira agradável e, ainda, sem gastar praticamente nada, uma vez que ela estava sem muito dinheiro. Aconselho os outros pelo Twitter, facebook, blogs, telefone, nas salas de espera dos consultórios e até na rua quando me perguntam algo. É da minha natureza.
     Em certas ocasiões, temos a sensação de que estamos no fundo do poço, no fim da linha, e que conselhos são palavras vazias, que não ajudam de maneira concreta. É que, em determinados casos, tudo o que temos a oferecer naquele momento são conselhos, não temos como ajudar de outro modo. Mas tudo que tomar forma de uma mão estendida, seja de que maneira for, é válido. Às vezes, é um conselho aparentemente vazio e inútil que acaba nos colocando no caminho certo de uma solução concreta.
     Se um problema tem solução, não é mais um problema, pois, em algum ponto do futuro, você já o está resolvendo. Assim, ao invés de se martirizar preocupando-se com ele, use sua energia a seu favor, pondo mãos à obra e começando a agir.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Paixão Pelos Livros


      Sou uma leitora como a maioria, embora seja eclética e um rato de biblioteca assumido. Sempre carrego um livro comigo para todo o lado e tenho um ou mais na mesa de cabeceira. Não sou crítica literária, mas, entre os outros tipos de postagens no blog, vou comentar aqui ocasionalmente sobre alguns livros que leio para descontrair e que aprecio, ou que já li desde a infância e adolescência e que me deixaram boas lembranças.
    Como adoro ler, não tenho um tipo de livro favorito, mas livros favoritos entre todos os que tenho lido. Leio praticamente tudo que cai nas minhas mãos e desperta o meu interesse. Boa leitura para mim é aquela que cativa, entretém, faz refletir. Gosto muito dos clássicos brasileiros, como, entre vários outros títulos e autores que li, “O Gaúcho” de José de Alencar e “Dom Casmurro” de Machado de Assis. Também aprecio as obras de Monteiro Lobato e Jorge Amado. Li quase todos os livros de Paulo Coelho e entre os meus favoritos estão “O Alquimista”, “A Bruxa de Portobello”, “O Diário de um Mago”.
    Adoro clássicos da literatura mundial como “O Morro dos Eventos Uivantes”, de Emily Brontë e “Razão e Sensibilidade”, de Jane Austen,  “1984”, de George Orwell, “Retrato de uma Senhora”, de Henry James, “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway, “Don Quixote”, de Miguel de Cervantes, “As Pupilas do Senhor Reitor”, de Júlio Dinis. E obviamente não poderia deixar de citar Shakespeare e Camões entre outros gênios.
    Também gosto de ler obras infantojuvenis como as de Júlio Verne, C.S. Lewis, Mark Twain, Charles Dickens e tantos outros. Adorei a saga inteira de “Harry Potter”, de JK Rowling e a de “As Brumas de Avalon”, de Marion Z. Bradley. Outros livros que sempre adorei são os de Aghata Christie, sendo um mais surpreendente do que o outro. Gostei de livros contemporâneos como “A Cabana”, de William P. Young e “A Cidade do Sol “, de Khaled Hosseini, entre muitos.
    Adoro também livros de autoajuda, como “Yoga Para Nervosos”, do Prof. Hermógenes e  “O Poder do Pensamento Positivo”, de Norman Vincent Peale, entre diversos outros. Independentemente de religião, também gosto de ler livros psicografados e das obras de Allan Kardek.
     Enfim, essa é uma pequena mostra do que gosto, ou poderia ficar aqui citando autores e livros por um longo tempo. Postarei aqui, de vez em quando, minhas impressões de leitora comum mas ávida sobre alguns dos livros que tenho lido, conhecidos ou não. Por que a leitura foi agradável, como me entreteve, em que me beneficiou, o que aprendi.
    Quando gosto de um livro, acho legal partilhar a minha opinião e fico contente em poder passar adiante a dica de uma boa leitura, a quem se interessar.